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Passageiro ou motorista? Por Juliana de Lacerda Camargo

29 May 2015

 

Pense em dois irmãos que passam por mesmas situações difíceis em família durante seu crescimento, mas se tornam pessoas bem diferentes – enquanto um se droga e culpa as pessoas e situações, o outro constitui carreira, família, amigos.

 

Pense em dois colegas de trabalho que se submetem a um mesmo gestor duro e intransigente, mas que reagem de formas diferentes – enquanto um fala do gestor pelos corredores, se sente injustiçado e prejudicado, o outro aprende a dar a volta na situação e continua se desenvolvendo e crescendo.

 

Pense em duas pessoas com quem se relaciona... Pense naquela que considera as soluções, acha saídas, olha para o lado positivo e construtivo. Agora pense naquela que acha problema em tudo, reclama de tudo, fala de todo mundo...

 

Se você parou pra pensar nesses diferentes cenários, provavelmente já notou alguns padrões...

 

Algumas pessoas têm o hábito de sempre questionar e julgar o que outros fazem ou deixam de fazer, reclamar que as coisas não são como deveriam ser, lamuriar que são injustiçadas, e por aí vai. Essas são pessoas que sugam energia, pesam o ambiente, e geralmente têm relações que tendem a esfriar ou terminar abruptamente. Elas não se colocam no lugar do outro e geralmente acham que são prejudicadas nas situações e nos relacionamentos... e por vezes têm atitudes das quais muitas vezes se arrependem, ou pelas quais culpam outros.

 

Essas pessoas passam pelo que chamo de “síndrome de herói-vítima” – pessoas que pensam “A vida dele é fácil”, ou “Se ele tivesse passado o que eu passei”, ou ainda “Assim até eu”... Essas pessoas buscam explicações para suas fraquezas, justificativas para seus erros, e muitas vezes se tornam invejosas e negativas – mesmo sem perceber. Elas vivem como se suas vidas fossem uma consequência daquilo que não está sob seu controle e culpam... culpam muito... o vizinho, o parente, o chefe, o subordinado, o marido, a esposa...

 

Já as pessoas que geralmente “dão a volta por cima” são aquelas que decidem sentar no banco do motorista! Sim, elas sentam no banco do motorista e definem que se responsabilizarão por continuar ao volante mesmo quando a estrada for esburacada e sinuosa. Essas são as pessoas que preferem acreditar que a energia gasta deve ser focada na solução, na construção, ou na próxima página a ser escrita. Elas entendem que, se querem chegar a algum lugar, há uma parte que só compete a elas, e ficar achando culpados ou justificativas não as ajudará a chegar mais perto de seus objetivos.

 

Essas pessoas são positivas, criativas, e por vezes até são criticadas pela forma otimista com que olham a vida.

 

Agora pense em você... nas coisas que passou e passa na sua vida. Sua vida tem sido difícil? E como você tem reagido? Você tem se sentido às vezes herói e às vezes vítima? Tem sentado no banco do passageiro e deixado que os acontecimentos definam seu presente e seu futuro?

 

Sabe, o bom é que não importa qual foi sua atitude até agora... mas, sim, qual será sua atitude a partir desse momento. Sentar no banco no motorista é uma escolha que envolve coragem e mudanças de mentalidade e comportamento. Ou seja, não é simples... Mas... você se lembra como foi quando começou a andar de bicicleta ou dirigir? Muitos controles novos, movimentos estranhos, sem contar o medo de cair ou bater... mas depois de um tempo tudo ficou mais fácil e automático, não é?

 

Da mesma forma, se hoje você decide sentar no banco do motorista de sua vida, no início pode não ser simples, mas você pode olhar cada atitude e transformá-la pontualmente... por exemplo:

 

*Ao invés de achar culpados, pense na solução e onde você pode contribuir.

*Ao invés de falar das pessoas para outros, invista energia em construir relacionamentos de confiança.

*Ao invés de achar que só você passa por dificuldade, pense que talvez a pessoa que parece ter uma vida fácil pode ter tido tantas dificuldades quanto você, mas pode ter decidido sentar no banco do motorista e ser protagonista de sua própria história!

 

Coragem! Vale a pena.

 

É isso aí.

 

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