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Tomada de Decisão, por Juliana de Lacerda Camargo

5 Dec 2016

Hoje vamos compartilhar uma ferramenta que usamos em alguns processos de coaching, dependendo da necessidade de nossos clientes.

 

Todos tomamos decisões todos os dias. E algumas são muito difíceis de ser tomadas, pois há muitas variáveis a serem consideradas. Mas essa é uma ferramenta simples e que pode ajuda-lo daqui pra frente com um racional pra que utilize em suas principais decisões.

 

Há alguns pontos a serem considerados para uma boa tomada de decisão, e a primeira coisa é entender que tudo começa em nosso pensamento. Aquilo que você pensa define o que você sente, que define como age. E como você age o leva aos resultados. O problema é que muitas vezes temos pouca clareza do que pensamos e sentimos, agindo de forma automática – e não é isso que queremos. Nossa ferramenta inicia ajudando você a passar por essas reflexões.

 

Imagine qualquer decisão que esteja passando hoje. Vamos passar ponto a ponto.

 

1. O primeiro passo é fazer uma reflexão muito honesta consigo mesmo a respeito do que você verdadeiramente quer com relação àquela situação. Muitas vezes nos cobramos e pensamos que queremos algo, ou nos cobramos com relação a algum resultado; mas muitas vezes decisões são difíceis de ser tomadas ou sustentadas porque nossas motivações não estão encaixadas com a forma que estamos pensando. Por isso, esse primeiro passo é a chance de você ser muito sincero ao se perguntar: “O que eu quero?”

 

2. O segundo passo é considerar o que você pensa com relação à situação. Lembra que falamos de pensamentos? Essa é a hora de acessar seus pensamentos mais inconscientes. O que você verdadeiramente pensa sobre essa situação? Podem ser pensamentos bons, ruins, ou pensamentos que nem imaginava, além de sensações. O importante é trazer tudo para o nível consciente e conversar com esses pensamentos.

 

3. O terceiro passo é considerar o que você sente com relação à situação. Talvez você já tenha passado por alguns sentimentos no passo anterior, mas essa é a hora de focar e aprofundar. O que você está sentindo? Medo, motivação – ou seja, desde sentimentos bons a ruins. Converse mais uma vez consigo mesmo num nível consciente para entender o que o está levando adiante ou segurando seu avanço. É muito importante ter clareza e consciência sobre isso.

 

4. O quarto passo envolve os comportamentos. Como você tem se comportado diante dessa situação? Lembre-se que isso é, ao final, o que o leva aos resultados. Como você tem se comportado? Mais uma vez, seja muito honesto consigo mesmo.

 

5. Agora que você já tem muito mais clareza do que acontece aí dentro, chega o quinto passo, de colocar as diversas opções que tem a considerar com relação a sua decisão. Podem ser quantas quiser – o importante é sempre lidar com a verdade como ela é e ter clareza de todas as suas opções. Nomeie cada uma e siga para um fluxo de pensamento simples mas fundamental a partir de toda nova conscientização que já atingiu com relação à sua situação:

  • Quais os prós de cada opção?

  • Quais os contras?

  • Quais os riscos?

  • Quais as oportunidades?

  • Quais os desafios? – e aqui é hora de considerar desafios externos, mas também internos, como os pensamentos e sentimentos que têm mais claros nesse momento. Quais suas verdadeiras motivações? O que você verdadeiramente quer? Essa é mais uma chance de ter conversas muito honestas consigo mesmo.

  • O que não abro mão? – aqui entram muitos de seus valores. O que não vale a pena abrir mão, sob risco de tomar uma decisão insustentável?

  • O que abro mão? – aqui é a chance de lembrar das coisas que você considerava serem muito importantes, mas que depois de toda reflexão até agora chega à conclusão que talvez não sejam tão importantes.

  • Possíveis resultados para cada opção. – esse ponto tem relação com visão. Se você tomar sua decisão baseado nessa opção, o que vai acontecer? Como será sua vida se você for por aí?

 

6. Fazendo uma reflexão sobre suas diferentes opções e tendo clareza a respeito de seus pensamentos, sentimentos e comportamentos, no mínimo você avançará em suas conclusões – e esse é o sexto e último passo. Talvez o que fez até aqui seja o suficiente para tomar sua decisão, mas com certeza você avançará numa clareza muito maior que o ajudará a eventualmente tomar essa decisão tão importante pra você.

 

Essa é uma das ferramentas que usamos em nossos processos e esperamos que ela possa ajudá-lo. Ela foi criada com base em muitas fontes que conhecemos.

 

Se você tiver qualquer dúvida, estamos por aqui.

 

É isso aí!

 

 

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