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Quanto de você está presente em você? Por Juliana de Lacerda Camargo

30 May 2017

Continuando na ideia de um texto há pouco tempo postado sobre “saber quem somos e usar o que temos pra chegar onde queremos”, quero compartilhar uma reflexão que tive esses dias.

 

Usamos uma ferramenta de declaração de missão em alguns processos que foi extraída de uma obra de Laurie Beth Jones chamada The Path. Há uma sessão do livro que fala sobre descobrirmos quem somos de uma forma bem leve... mas um ponto me chamou atenção e fez refletir.

 

No livro Laurie menciona o quanto nossa infância fala sobre nosso “eu” e quanto aquilo que gostávamos de fazer quando crianças nos dá dicas sobre nosso formato único, para usarmos a nosso favor quando adultos e nas escolhas de vida.

 

Ainda que já tivesse essa mesma convicção, aproveitei o momento para fazer uma autorreflexão e pensei em duas coisas divertidas e confortantes, e uma que me deixa com uma sensação de desconforto. E, para exemplificar como esse exercício pode funcionar, compartilho aqui o que descobri começando pelas duas primeiras.

 

Uma das coisas que mais gostava de fazer quando criança era brincar com um laboratório químico que tinha. Ficava na sacada experimentando todo tipo de misturas pra ver o que de novo surgiria – cores, fumaças, efervescências... A outra coisa que gostava de fazer era montar os cenários das brincadeiras. Por exemplo, nunca gostei de brincar de boneca... gostava de Playmobil e de montar os cenários, as casas, os carros, e por aí vai. Queria tudo bonito, organizado e funcional. Mas, quando terminava de montar, a brincadeira terminava.

 

A terceira coisa que sempre amei foram animais... especialmente mamíferos. Era daquelas que ia agradar um rottweiler sem nem pestanejar... e queria levar todo cachorro da rua pra casa. Cresci com cavalos e, quando havia qualquer desentendimento com amigos, me refugiava cuidando deles.

 

O bacana foi fazer essa reflexão e perceber o que isso diz de mim hoje – onde essas coisas estão presentes e quanto e como as estou usando a meu favor... ou não.

 

Pensando nas duas primeiras coisas que identifiquei, hoje sou uma cientista da vida. Vivo querendo entender mais sobre a singularidade das pessoas e seu funcionamento e qual o tipo de química possível para auxiliá-las a serem positivamente transformadas. Além disso, amo estruturar, organizar, montar projetos, soluções, parcerias, mas depois tenho grande prazer em também passar para outros darem andamento. É como se eu montasse o cenário do Playmobil para outras crianças brincarem quando tudo estivesse pronto. E amo quando vejo que fiz parte do crescimento e realização pessoal de alguém.

 

Compartilhei essa reflexão porque sabemos a importância de nos conhecermos para otimizar nossas forças a nosso favor, bem como a favor de nossa missão neste mundo. Acessar o que você gostava de fazer quando criança é um pequeno aspecto que pode ser resgatado e trazer boas dicas para esse processo. Fico feliz de perceber o quanto do que é meu continua presente em mim!!!

 

E agora deixo essa reflexão para você: O que você gostava de fazer e/ou fazia muito bem? O quanto isso se assemelha (ou não) a quem é hoje? O que você quer fazer com sua conclusão?

 

Teste, desafie-se e se divirta!

 

Ok... não esqueci do terceiro ponto... Digo para meu filho que meu plano de aposentadoria envolverá animais... e quem sabe ser cientista e montar cenários... mas esse é um capítulo ainda a ser escrito. E a beleza de saber quem sou é poder sonhar e planejar, mesmo que a longo prazo!

 

É isso aí.

 

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