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Não se conhecer = Perigo. Por Juliana de Lacerda Camargo

23 Jan 2019

 

Sempre ensinamos sobre o Modelo do Iceberg baseado na TCC – aquilo que penso define o que sinto, que define como ajo, que me leva ou contribui com os resultados.

 

Só que o que pensamos e sentimos é muitas vezes desconhecido até pra nós mesmos, o que nos conduz a comportamentos que muitas vezes nos arrependemos e outras tantas não nos levam aos objetivos que desejamos. É aí que mora um dos maiores perigos da falta de conhecimento... se não entendo o que acontece comigo, como posso me autogerenciar para ‘funcionar’ a meu favor?

 

Tenho assistido uma série que se chama Suits. Um universo jurídico, com jogos de interesse e egos em plena Manhattan. E o ser humano e suas lutas internas são bem abordados e retratados nessa série...

 

Recentemente assisti um episódio em que um dos Sócios principais (Harvey Specter) entra num caso contra um advogado mau-caráter (Travis Tanner), que já o tinha derrotado em casos anteriores por adotar meios questionáveis.

 

Nesse novo caso, Travis afirma que sua cliente sofreu assédio pelo cliente de Harvey e Harvey não acredita e adota toda sua estratégia de atuação sobre essa crença, partindo para um litígio muito arriscado ao invés de aceitar um acordo. Além disso, como sente muita raiva de Travis, fica nítido ao longo do episódio que suas ações e decisões não estão condizentes com o discernimento e condutas que normalmente tem – o que é notado por seu principal Associado, Mike Ross.

 

Mike tenta conversar com Harvey sobre as verdadeiras motivações por trás das estratégias adotadas e convencê-lo de aceitar um acordo, mas Harvey parece cego e continua focado. E a trama segue nessa linha até que Mike encontra uma forma de tirar Travis do litígio, o qual é substituído por uma advogada que Harvey conhece e confia. No exato momento que Mike informa sobre essa substituição para Harvey, ele cai em si sobre suas motivações e decide por aceitar o acordo que havia sido proposto.

 

Ok, estamos falando de uma obra fictícia. Mas essa é uma cena que poderia ter acontecido com qualquer pessoa real – a falta de conhecimento a respeito de si próprio e as consequências que isso pode gerar. Nesse caso, a falta de clareza sobre a motivação interna teria resultado em péssimas decisões para o indivíduo (Harvey), para seu cliente e para seu próprio escritório. Ou seja, nenhum papo de abraçar árvore!

 

Aliás, essa mesma série mostra inúmeras situações como essa acontecendo o tempo todo – pessoas agindo por raiva e depois se arrependendo; pessoas agindo de má-fé porque sentem que não têm escolha, vitimizações, erros... e muitas consequências desastrosas decorrentes... e tudo isso em geral deixa claro que as pessoas não têm clareza a respeito de quem são, de seus valores, motivações, medos e etc.

 

Olhe ao seu redor hoje – onde trabalha, estuda, convive... será que essa dinâmica também retratada na série Suits não é a arte imitando a vida? Com certeza sim...

 

Ao trazer esses exemplos, quero que reflita nas seguintes conclusões:

  • Se não nos conhecemos, não sabemos o que temos a nosso favor...

  • Se não nos conhecemos, não entendemos o que pode nos atrapalhar...

  • Se não nos conhecemos, não sabemos o que vale a pena desenvolver...

  • Se não nos conhecemos... que outro aspecto você acrescentaria?

 

Agora que tal refletir sobre si mesmo? Quanto você se conhece e se percebe no dia a dia, e quanto seu grau de consciência tem ajudado você a avançar para onde quer?

 

Pense e faça os ajustes necessários!

 

É isso aí.

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