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Valores e nossa identidade. Você se representa? Por Juliana de Lacerda Camargo

26 Jun 2019

Hoje vamos falar sobre valores, que é um tema que eu amo e já tratei em outros textos. E por que tenho esse sentimento? Porque esse assunto representa um divisor de águas na minha própria vida pessoal e tenho sempre a esperança de que seja na vida de outras pessoas também!

 

Durante muito tempo eu não me conhecia, não entendia quem eu era e não acessava minhas próprias convicções... era como se só o externo pudesse mostrar minha identidade e do que eu era capaz. Por isso era comum eu buscar esse referencial o tempo todo – afinal, o senso do ‘eu’ é fundamental na existência humana e para mim não era diferente.

 

Quando conheci o conceito real de valores houve um grande impacto na minha vida... saí de ‘esperar que os outros exercitem meus valores’ e fui para ‘sou responsável por viver e nutrir meus valores onde estiver’.  

 

Pare para pensar... em geral as pessoas pensam em valores quando percebem um incômodo naquilo que o outro faz ou deixa de fazer, bem como aquilo que um ambiente ou circunstância apresenta ou deixa de apresentar. Por exemplo, você pode chegar num lugar e perceber que ali as pessoas são tratadas de forma ríspida e, como a educação é um valor seu, você fica extremamente incomodado com aquele cenário. Ou ainda, imagine que você está num ambiente de trabalho e julga a atitude de alguém como desrespeitosa, o que o deixa muito chateado por ser uma afronta a seus valores.

 

Agora, o que as pessoas geralmente não param para entender é que valores são aspectos que têm total relação com a individualidade, representando singularmente o que é importante para um, enquanto talvez não seja tão importante para outro. Assim, eu posso ter um valor de colaboração, enquanto o outro pode ter de superação. Um pode valorizar a amizade, enquanto outro valoriza a obtenção de metas, e por aí vai. O importante é entender que cada pessoa vai ter acesso ao senso de propósito e preenchimento a partir de referências próprias.

 

Além disso, os valores também são ‘coloridos’ pelos filtros e intepretações que damos para os comportamentos ou situações, filtros esses gerados por nossas histórias singulares, as quais criam nossas crenças e modelos mentais únicos.

 

Quando eu interpreto, por exemplo, a atitude alheia como desrespeito e me incomodo com isso por ‘ferir meus valores’, tanto posso ser refém de um filtro muito pessoal de interpretação, como corro o risco de agir de forma totalmente desconectada com meu valor dependendo do nível do meu desconforto – sendo igualmente desrespeitoso. Portanto, num cenário como esses há o risco de se exigir que o outro funcione como eu e ainda ser desconexo com o que eu mesmo prego!

 

Entender que valores são únicos e definem muito de nossa identidade foi a minha grande descoberta e ponto de virada, pois, ao entender isso passei também a me apropriar do fato de que quem é responsável por nutrir meus valores no mundo sou eu mesma... e mais ninguém! E isso vai se aplicar tanto na forma como lido com um cenário ou um comportamento que não concordo, até como conduzo decisões cotidianas e até de maior impacto.

 

A partir do momento que deixo de ser refém de um valor não exercitado por outro e passo a entender que eu é que sou responsável por aquilo que valorizo, muda tudo! Quando passamos a nos governar por valores, tanto nossa vida é melhorada, como melhorada é a vida de todas as pessoas que são impactadas por nós de alguma forma.... e reforçando essa ideia de outra forma... caminhar por valores é ter um senso de identidade e uma segurança muito maiores e ser capaz de gerar a verdadeira diferença ao nosso redor.

 

Quais são os seus valores e como você tem lidado com eles? Será que você tem exigido dos outros que eles exercitem valores que são seus? Será que, ao ver seus valores sendo desrespeitados por outros, você continua vivendo o que valoriza? Ou será que você tem consciência dos seus valores e vive para gerá-los... para ‘sê-los’?

 

Eu acredito, do fundo do meu coração, que uma virada de chave nesse conceito pode ser libertadora e algo muito poderoso na vida das pessoas – assim como foi na minha! Se você acreditar nisso, convido a testar pra transformar e ser transformado.

 

É isso aí!

 

 

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